sábado, 15 de janeiro de 2011

MINISTÉRIO DO TURISMO QUER DE VOLTA OS R$ 68 MILHÕES

Após constatar irregularidades no uso de dinheiro público para a realização de eventos, o Ministério do Turismo cobra a devolução de R$ 68 milhões de prefeituras e entidades do terceiro setor que não usaram o recurso da maneira combinada com o governo federal. Desse total, pelo menos R$ 50 milhões bancaram festas populares, como carnaval, micaretas, festas juninas, rodeios e shows de música entre os anos de 2003 e 2009.

Parte desses recursos foi direcionada a entidades “sem fins lucrativos” indicadas por parlamentares. O governo operou para realocar emendas feitas por deputados e senadores na área turística. O dinheiro cobrado se refere a 467 convênios considerados inadimplentes pelo ministério porque não houve a devida prestação de contas ou faltou à comprovação da realização do evento com seus reais custos.
A maioria desses repasses foi feita diretamente a organizações não-governamentais, sindicatos e associações. O Turismo quer retomar R$ 42 milhões repassados a essas entidades por meio de 234 projetos. Os R$ 26,2 milhões restantes são cobrados de prefeituras e associações que representam os municípios. Os dados fazem parte de levantamento exclusivo feito pelo Congresso em Foco a partir do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) e do Portal da Transparência, da Controladoria Geral da União (CGU). A cobrança dos recursos foi confirmada pelo Ministério do Turismo.
A própria Assessoria do Ministério informou que o órgão intensificou a análise das prestações de contas das festas e conseguiu retomar para os cofres públicos, desde o início do ano passado, outros R$ 47,24 milhões utilizados indevidamente em eventos entre 2004 e 2009. Ou seja, somado esse valor já retomado e os R$ 68 milhões ainda por reaver, o uso indevido de dinheiro público com eventos passou dos R$ 115 milhões.
As grandes festas públicas também vêm sendo alvo de críticas. Por causa disso, faltam medicamentos, materiais cirúrgicos e profissionais nos hospitais e postos de saúde, onde daí se conclui: Enquanto falta dinheiro para saúde, sobra para as festas.

FUNDADOR DA MARISOL RECEBE TÍTULO DE CIDADÃO PACATUBANO

Em sessão realizada na Câmara Municipal de Pacatuba, foi concedido ao Empresário/Fundador da Marisol Nordeste, Vicente Donini, o titulo de cidadão pacatubano. A homenagem foi de Iniciativa do vereador Cléber Ferreira. Vicente Donini, natural de Joinville, no Norte de Santa Catarina, hoje aos 64 anos, é um dos empresários mais respeitados do Estado, com o perfil empreendedor de quem transformou a empresa no Estado de Santa Catarina numa das maiores indústrias têxteis país. O vereador Cléber Ferreira, autor da iniciativa, salientou a mudança histórica com as primeiras instalações da Marisol em Pacatuba, e ressaltou que após a instalação vieram os primeiros empregos, o que deu um impulso forte no comércio local.

Na homenagem, o prefeito Zezinho Cavalcante reforçou a satisfação de ter em Pacatuba uma empresa tão renomada e que mudou a economia do município. “Para mim é uma realização muito importante ter a Marisol aqui. Foi uma das primeiras empresas instaladas no município, já que Pacatuba está se consolidando como um dos pólos industriais. É um orgulho dizer que essa comenda é merecida, pois Vicente Donini trata-se de um empresário que mudou a história dessa cidade", declarou Zezinho.
A Marisol hoje gera aproximadamente dois mil empregos diretos no município cearense de Pacatuba.

domingo, 2 de janeiro de 2011

VEREADOR MANOEL PONTES DE MEDEIROS É O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE PACATUBA

A Câmara Municipal de Pacatuba elegeu a nova mesa diretora para o biênio 20011-2012.
Por unanimidade (10 votos) foi eleito presidente o vereador Manoel Pontes de Medeiros. O vice-presidente eleito Marcelo Augusto Rodrigues; 1º secretário, Francisco Edileno Matos, e 2º secretário Aroldo Pereira da Silva.
A sessão foi marcada também pela aprovação de projetos dos vereadores. Do lado de fora o clima era forte, uma multidão foi conferir a eleição que foi disputada por chapa única. Em seu discurso, o vereador Medeiros ressaltou o trabalho realizado pela gestão anterior, e agradeceu ao Prefeito Zezinho Cavalcante e a todos pela confiança em presidir a Câmara. “Foi uma campanha muito forte, unida. Eu faço referência a cada companheiro da minha chapa”, disse.
Os vereadores Ênio Medeiros e Edileno Matos se pronunciaram em favor de uma luta democrática de poder forte e independente com a certeza de necessidades coletivas e desafios. “Estamos festejando a democracia, com esperança no futuro. É uma honra para eu sentar aqui como 1º secretário, destacou Edileno.
O Prefeito em exercício Paulo Neto marcou presença. Os presentes enfatizaram ainda a gestão da presidência dirigida pela vereadora Selma Cardoso e o trabalho que realizou durante todos esses anos na Câmara Municipal de Pacatuba. “Eu aposto nessa nova presidência também, pois vi que tudo aconteceu harmoniosamente”, concluiu Paulo Neto.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

TRAGÉDIA DA QUEDA DO AVIÃO EM PACATUBA COMPLETA 28 ANOS

Os cearenses acordaram, dia 8 de junho de 1982, com a notícia de uma tragédia. Por volta das 2h25min, um Boeing 727-200 da Vasp chocou-se contra a Serra da Aratanha, em Pacatuba (a 30 quilômetros de Fortaleza), matando seus 137 passageiros, dentre os quais o industrial Edson Queiroz. Como ele, a maioria das vítimas vinha de São Paulo, onde participaram da Feira Internacional da Indústria Têxtil (Fenit).

Nem todos os corpos foram encontrados por causa da violência da colisão. O resgate foi complicado pelo difícil acesso ao local onde a aeronave caiu. Um enterro coletivo foi realizado, no Parque da Paz.
O acidente foi lembrado, durante 24 anos, como o maior da aviação brasileira. O triste recorde só foi superado pouco tempo depois, com a queda do Boeing 737-800 da Gol, na região norte de Mato Grosso, resultando em 154 mortes.
Parece que foi ontem a explosão do Avião, acontecida há 28 anos. Nada restou do Boeing-727, super 200, da Vasp, e dos seus 137 passageiros e tripulantes. A explosão partiu em milhares de pedaços a gigantesca aeronave e esmigalhou os corpos de todos os que nela viajavam. Pés, mãos, braços, corpos humanos pendiam das árvores e caíam ao chão sobre a mata virgem onde passavam os helicópteros mobilizados no trabalho de resgate. O tenente Bertoldo Lemos, do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Ceará, um dos primeiros a chegar ao local do desastre, disse: "Meu Deus, que tragédia! Não ficou nada sobre nada." José João Ferreira, um agricultor que na época morava na Bica das Andréias (um balneário localizado no meio da estrada carroçável que liga a cidade de Pacatuba à serra da Aratanha) contou aos jornalistas que acordou pelo barulho de uma grande explosão. Disse que saiu muito fogo de cima da serra, mas como era noite e chovia muito, preferiu deixar para mais tarde sua ida ao pico da montanha.

terça-feira, 11 de maio de 2010

PACATUBA PERDE O MAIOR LÍDER POLÍTICO DOS ÚLTIMOS VINTE ANOS

O ex-prefeito de Pacatuba e atual secretário de Articulação Política da cidade, Célio Rodrigues, 61, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo, em virtude de uma parada cardíaca. Nesta terça, o corpo é aguardado em Fortaleza para seguir ao velório, na residência da família no Sítio Piragibe, distrito de Pavuna, em Pacatuba. O corpo do ex-prefeito passará ainda pela Igreja Matriz do município, onde haverá uma missa de corpo presente. Na quarta-feira, acontecerá o sepultamento no Cemitério Parque da Paz, em Fortaleza.
Célio Rodrigues estava em tratamento médico há aproximadamente duas semanas no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, tendo entrado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta segunda e vindo a falecer por volta das 14h30min. Em Pacatuba, o prefeito Zezinho Cavalcante decretou luto oficial até quinta-feira e, nesta terça, não haverá expediente nas instituições públicas.
Natural de São João do Jaguaribe, Célio Rodrigues era filho de Zezinho Rodrigues Lima e Maria Roseno Freire Lima. Aos 18 anos, chegou a Fortaleza e fez carreira na Assembléia Legislativa, fixando residência em Pacatuba na década de 1980, no distrito de Pavuna. Na memória de familiares, amigos e da população fica a lembrança do homem guerreiro, apaixonado pela família e por Pacatuba, sua “terra do coração” como dizia.